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Data: 28/09/2016
Imagem retirada de http://www.mdmlog.com.br/blog/qual-a-importancia-da-embalagem-no-processo-logistico/ Imagem retirada de http://www.mdmlog.com.br/blog/qual-a-importancia-da-embalagem-no-processo-logistico/

A famosa frase do autor norte-americano William Edwards Deming – ‘O que não pode ser medido, não pode ser gerenciado’ – continua atual. Nos dias em que vivemos, nos quais todos olhamos para os processos do nosso negócio para deles extirparmos a maior quantidade de custos possível, o grande desafio começa por identificar formas de fazê-lo. Desse exercício resulta a necessidade de se identificarem e construírem KPIs (indicadores-chave de desempenho), que comecem por retratar realidade e que, com o passar do tempo, possibilitem o acompanhamento da evolução da mesma. São nesses indicadores que a atenção de vários níveis da empresa deverá estar focada, desde o nível operacional, com indicadores mais orientados para o dia a dia, até o gerencial, que lidará com KPIs mais consolidados.

Como seria de esperar, a logística não pode ser exceção a esta prática. É muito interessante chegar à conclusão, juntamente com os responsáveis de logística, de que, ao fim do dia, o que é verdadeiramente pretendido é o controle, por meio da medição da operação, para poderem gerenciá-la e otimizá-la. Ao implementar sistema de software para a cadeia de abastecimento (WMS para os armazéns, TMS para os transportes, YMS para o pátio etc.) é fundamental que se conheça a realidade pré e pós-projeto, bem como a evolução desta com o decorrer da operação normal, já otimizada pelas ferramentas.

Tendo em mente fases e objetivos, é possível, primeiramente, conhecer-se o ganho obtido com a implementação das soluções de software, que deverão, inclusive, permitir calcular o ROI. Mas, passada a etapa inicial, esses mesmos KPIs deverão ser utilizados para medir, se possível em tempo real, a execução da operação logística e, desta forma, gerenciar simultaneamente a mesma. Fica, deste jeito, fácil de entender que a medição dos KPIs não é um fim em si mesmo, mas algo que pretendemos manter, juntamente com os novos sistemas informáticos. Em outras palavras, a implementação de boa solução de software de logística, que permita medir para gerenciar a execução dos processos da operação, deverá garantir gestão pró-ativa, que alerte o usuário para os ‘pontos fora da curva’, de maneira que ele se detenha no que precisa ser resolvido de imediato.

Portanto, medir é fundamental. Porém, sendo o gerenciamento algo que acontece ao longo do tempo e a ação de medir, algo pontual, é fácil concluir que precisamos de medições constantes. Se conseguirmos medir a execução dos nossos processos em tempo real, então conseguiremos gerenciá-los também em tempo real. Com isso, teremos visão permanentemente atualizada de toda a operação, identificando os problemas no momento em que eles acontecem.

Fonte: Diário do Grande ABC, escrita por Jorge Serrano Pinto

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