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Data: 24/07/2019
Imagem retirada de https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/21/economistas-sobem-estimativa-para-inflacao-e-dolar-no-final-do-ano.htm Imagem retirada de https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/21/economistas-sobem-estimativa-para-inflacao-e-dolar-no-final-do-ano.htm

A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 409 milhões na terceira semana de julho, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) pelo Ministério da Economia. O saldo positivo é resultado de US$ 4,829 bilhões em exportações e US$ 4,420 bilhões em importações, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior.

No mês, as exportações somam US$ 13,550 bilhões e as importações chegam a US$ 11,367 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,182 bilhões. No acumulado do ano, as exportações totalizam US$ 123,392 bilhões, com importações de US$ 95,134 bilhões e um saldo positivo de US$ 28,258 bilhões.

Análise da semana
As exportações da terceira semana tiveram uma média diária de US$ 965,9 milhões, valor 10,8% superior à média de US$ 872 milhões até a segunda semana. A alta foi impulsionada pelas exportações de produtos básicos, como minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, petróleo em bruto, carnes bovina e de frango, que subiram de US$ 473,9 milhões para US$ 554,8 milhões ( 17,1%); e de manufaturados, principalmente aviões, gasolina, suco de laranja não-congelado, polímeros plásticos e éter alcoólico, que cresceram de US$ 285 milhões para US$ 303,1 milhões ( 6,3%).

Já as exportações de produtos semimanufaturados recuaram 4,5%, de US$ 113 milhões para US$ 107,9 milhões, puxadas por açúcar de cana em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre, alumínio em bruto e zinco em bruto.

Do lado das importações, a balança comercial registrou crescimento de 27,2% na média da terceira semana (US$ 884 milhões) em relação à média até a segunda semana (US$ 694,7 milhões). O aumento resultou, principalmente, dos gastos com cereais e produtos da indústria de moagem, adubos e fertilizantes, farmacêuticos, químicos orgânicos e inorgânicos, combustíveis e lubrificantes.

Análise do mês
Na comparação da média até a terceira semana de julho de 2019 (US$ 903,3 milhões) com a de julho do ano passado (US$ 1,023 bilhão), houve queda de 11,8% nas exportações. O dado reflete a redução nas vendas de produtos básicos, principalmente de petróleo em bruto, soja em grãos, farelo de soja, minério de cobre, carnes bovina e de frango, que baixaram de US$ 577,2 milhões para US$ 500,9 milhões (-13,2%); e de manufaturados como partes de motores e turbinas para aviação, óleos combustíveis, veículos de carga, tratores e automóveis de passageiros, que diminuíram de US$ 327,2 milhões para US$ 291,1 milhões (-11,0%).

Já nos produtos semimanufaturados, a média das exportações subiu 1,9% até a terceira semana, passando de US$ 109,2 milhões no mesmo período de 2018 para US$ 111,4 milhões em 2019, impulsionada por ferro-ligas, ferro fundido, zinco em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles.

Na comparação com junho de 2019, houve queda de 4,8% nas exportações, devido à redução nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-13,8%, de US$ 129,2 milhões para US$ 111,4 milhões), manufaturados (-7,8%, de US$ 315,7 milhões para US$ 291,1 milhões) e básicos (-0,5%, de US$ 503,6 milhões para US$ 500,9 milhões).

Importações
Nas importações, a média até a terceira semana de julho de 2019 foi de US$ 757,8 milhões, ficando 10,6% abaixo da média do período em julho de 2018 (US$ 847,8 milhões). Nesse caso, o recuo se deve, principalmente, à redução dos gastos com alumínio e suas obras (-21,4%), cobre e suas obras (-18,7%), siderúrgicos (-16,8%), veículos automóveis e partes (-16,4%) e filamentos e fibras sintéticas/artificiais (-14,9%).

Em relação a junho de 2019, houve crescimento de 10,5%, com destaque para produtos farmacêuticos ( 44%), combustíveis e lubrificantes ( 20,1%), cereais e produtos da indústria de moagem ( 16,1%), químicos orgânicos e inorgânicos ( 15,5%) e instrumentos de ótica e precisão ( 8,0%).

fonte: Udop, com informações do Datagro (texto extraído do portal Universoagro)

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